Política

Muniz prega cautela sobre projeto que limita eventos na Barra; vereador pressiona aprovação

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Maurício Trindade afirmou que moradores da Barra não podem esperar mais três meses  |   Bnews - Divulgação Manu Dias/GOVBA
Carolina Papa e Héber Araújo

por Carolina Papa e Héber Araújo

carolina.papa@bnews.com.br

Publicado em 02/12/2025, às 17h46 - Atualizado às 17h55



O vereador Carlos Muniz (PSDB) afirmou, nesta terça-feira (2), que é preciso ter cautela quando se trata do projeto que regula eventos na Barra. Segundo o presidente da Câmara de Salvador, trata-se de uma proposta polêmica que precisa passar por discussões públicas, para ouvir todos os lados da história.

“Como é um projeto polêmico, nós esperamos que tenha mais discussão, porque a gente não pode só ouvir um lado. A gente tem que ouvir todas as pessoas interessadas no projeto.  Então, eu acho que não é uma audiência pública, nem duas, que vai resolver um problema tão sério como esse”, declarou Muniz.

O edil ainda destacou se preocupar com os moradores e empreendedores da Barra, devido a realização de tantos eventos que ocorrem na região, mas que os realizadores dos eventos precisam ser ouvidos. “Temos que ouvir a todos e não só os moradores”, reforçou.

Apesar da posição cautelosa de Muniz, o autor da proposta, Maurício Trindade (PP), cobrou celeridade na análise e aprovação da proposta. Para o vereador, a proposta deve ser votada antes do fechamento das atividades legislativas de 2025, que deve ocorrer já no dia 17 de dezembro.

“Se deixarmos para o ano, teremos mais três meses ainda de desorganização, de bagunça. E essa bagunça tem gerado prejuízos para todo mundo que mora lá e trabalha. Vocês vejam que já foram fechados os restaurantes e grandes hotéis da Barra. Então, se protelarmos, nós estaremos dando prejuízo muito grande às pessoas da Barra”, afirmou.

Segundo o vereador, já foram feitas seis audiências públicas sobre o assunto e que ao conversar com os vereadores, revelou que todos tem unanimidade e concordam com a proposta, mesmo alguns querendo ouvir mais interessados.

“As pessoas que estão perdendo emprego hoje, os turistas que foram embora, as pessoas que não dormem e as imobiliárias que não vendem seus apartamentos não podem esperar mais três meses sofrendo porque essa casa não teve a urgência em voltar, uma coisa que é tão 

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