Política

Na Bahia, Augusto Cury revela propostas de campanha para a disputa presidencial

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Escritor desconversou sobre a PL da Dosimetria e afirmou querer ser a voz de pacificação da Nação  |   Bnews - Divulgação BNEWS


Visitando a Fundação Dr. Jesus neste domingo (3), o pré-candidato a presidente do Brasil e escritor, Augusto Cury, revelou detalhes de suas propostas eleitorais. Em entrevista ao BNews, o escritor e psiquiatra revelou que sonha com a pacificação do país e deseja o fim da radicalização na política.

“Eu sonho, e desejo, se a voz de pacificação, a voz contra a radicalização insana, para que os atores políticos, independente de suas vertentes políticas e suas ideologias possam respeitar uns aos outros em suas ideias. Podem ser adversários em valores, em projetos, mas não são inimigos a serem abatidos”, disse o autor.

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Conforme afirmou, o presidenciável pretende fazer uma política que valorize menos os projetos pessoais e o culto ao ego e que busque a valorização da população. “Nós não estamos falando só de campanha, estamos falando da sua atitude como ser humano”, completou.

Questionado sobre a derrubada do veto da PL da Dosimetria, que vai promover a redução das penas dos condenados a 8 de janeiro, Augusto Cury desconversou e afirmou que não comenta assuntos polêmicos. 

“Eu gostaria de ser a voz da pacificação. Se você me perguntar sobre projetos eu tenho muito o que falar. É importante que possamos abraçar o Brasil, porque temos jovens desempregados, professores que estão adoecendo emocionalmente, porque são cozinheiros do conhecimento para uma plateia que não tem apetite. Pautas que possam proteger as mulheres e melhorar o conhecimento”, disse Cury.

Conforme o psiquiatra, “eu gostaria de focar em projetos para o Brasil e não entrar em pautas polêmicas que tem dividido a nação”, concluiu.

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