Política

"Não é tão grave como MPF afirmou", diz Carlos Muniz sobre investigação do Cine Excelsior

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MPF abriu investigação sobre Cine Excelsior para apurar deterioralçao do prédio histórico  |   Bnews - Divulgação Carolina Papa/Bnews - Reprodução Facebook (Salvador Primordial)

Publicado em 02/12/2025, às 18h55 - Atualizado às 19h23   Carolina Papa e Héber Araújo



O presidente da Câmara de Salvador, Carlos Muniz (PSDB), reagiu, nesta terça-feira (2), ao inquérito aberto pelo Ministério Público Federal (MPF) devido à deterioração do Cine Excelsior. O prédio histórico foi alvo de um Projeto de Lei do edil para se tornar a sede do poder legislativo municipal.

Segundo o político, ao saber do inquérito do MPF, ele contatou Tânia Scofield, arquiteta e Presidente da da Fundação Mário Leal Ferreira, que minimizou a investigação.

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“Eu soube do problema ontem pela imprensa, liguei para a Tânia Scofield para que ela me passasse o problema. Ela disse que não é nada tão grave como o Ministério Público Federal sinalizou e que tem condições de se fazer reformar o mais rápido possível”, declarou.

Muniz ainda afirmou que se o caso for como a arquiteta afirmou, “não tem preocupação”.

Na segunda-feira (1º), o MPF revelou que abriu um inquérito contra para determinar a deterioração do prédio, localizado no Centro Histórico. 

Segundo o documento, o inquérito foi instaurado “visando à adoção de providências quanto à recuperação/restauração do imóvel localizado na Praça da Sé, o qual apresentava grau de risco muito alto de desabamento, além da apuração de responsabilidade pela falta de manutenção”.

O MPF ainda apontou que o inquérito se justifica visto que trata-se da deterioração de um patrimônio cultural e histórico da capital baiana e que o inquérito “busca a adoção de medidas de forma ampla, para a conservação do centro histórico da cidade de Salvador”.

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