Política
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, defendeu a Corte e afirmou que o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros réus do núcleo crucial da trama golpista não foi "caça às bruxas".
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"No existe caças às bruxas ou perseguições políticas. Tudo que foi feito se baseou em provas, evidências exibidas publicamente, que demonstraram para todos os ministros, houve divergências como faz parte da vida. Mas para todos os ministros, houve prova, prova documentada, da existência de um plano para assassinar o presidente eleito, o vice-presidente e um ministro do Supremo Tribunal Federal. Prova documental e confissão", disse ele Barroso.
O presidente também elogiou os ministros da Primeira Turma do tribunal, afirmando que a condução da ação penal foi feita com "serenidade" e "transparência". Ele também destacou que há "muita incompreensão" sobre a atuação da Suprema Corte.
"Acho que há uma imensa incompreensão. O tribunal não se manifestou publicamente sobre o que está acontecendo. Me senti motivado a fazer isso, até porque, como é público, eu tenho muitas ligações com os Estados Unidos, onde estudei, vivi e trabalhei em diferentes épocas da minha vida", afirmou o ministro.
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