Política

'Não fazemos política com isso', crava Isaac Edington sobre divergências de dados de público no Festival Virada

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Presidente da Saltur Isaac Edington defende que o assunto não seja levado para o lado político  |   Bnews - Divulgação Joilson César/BNews

Publicado em 30/12/2024, às 10h05 - Atualizado às 10h07   Gabriela Araújo e Yuri Pastori



Em coletiva de imprensa na noite do último domingo (29), na Arena O Canto da Cidade, na Boca do Rio, onde está sendo realizado o Festival Virada Salvador, festa de final de ano promovida pela Prefeitura de Salvador, o presidente da Empresa Salvador Turismo (Saltur), Isaac Edington, disse que a Polícia Militar (PM) precisa explicar como é feita a coleta de dados de público do evento após divergência entre os dados da aferição entre o sistema da Prefeitura e os dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP) registrada desde o primeiro dia do evento.

"Não há nenhum problema com nossos dados. Pelo contrário, os nossos dados, inclusive, servem de apoio. E a gente tem falado todos os dias como tem feito nossa coleta de dados", argumentou.


Apesar de cobrar transparência sobre a coleta de dados pela PM, ele ressaltou que a corporação faz um "trabalho louvável". "São nossos parceiros", disse. O gestor disse que o assunto não deve ser levado para o lado político, pois todos os envolvidos na organização fazem um trabalho sério. "Não fazemos política com isso", cravou.

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Ele argumentou que as imagens do palco do primeiro dia mostram que se fizer um cálculo de pessoas por metro quadrado não se chega ao número de 26 mil pessoas, conforme a SSP mensurou por meio do sistema do reconhecimento facial. Neste dia, o sistema da prefeitura registrou mais de 100 mil presentes no Virada Salvador.

Assista a fala de Isaac Edington:

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