Política
por Anderson Ramos
Publicado em 17/03/2026, às 12h05
O senador e presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana (Podemos-MG), disse que não é possível afirmar que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT), recebia mesada de R$ 300 mil do do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.
Segundo Viana, a única evidência é o depoimento de uma testemunha. Ele ressaltou que, devido à suspensão da quebra de sigilo bancário e fiscal pelo STF, não foi possível confirmar se Lulinha recebia os valores.
Edson Claro, ex-funcionário do Careca do INSS, teria dito à Polícia Federal que o filho do presidente recebia uma “mesada” de R$ 300 mil do empresário apontado como articulador do esquema investigado.
“O que temos de evidência é uma testemunha que diz que ele recebia mesadas de 300 mil. Não há como dizer que é verdade, mas ele viajou com o Careca do INSS”, afirmou o senador em entrevista ao programa Roda Viva na segunda-feira (16).
Nesta semana, a defesa admitiu ao STF que Lulinha viajou a Portugal com despesas pagas pelo empresário, mas negou que tenha fechado negócios ou recebido dinheiro.
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