Política
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga os desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), estimados em até R$ 6,3 bilhões, começou a ouvir nesta quinta-feira (25) Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS", apontado como o articulador do esquema.
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Preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília desde o dia 12, por suspeita de pagamento de propina a servidores do INSS, ele declarou que não tem relação com esquemas fraudulentos.
"O denominado 'Careca do INSS' não reflete quem eu sou, tampouco condiz com a minha história de trabalho, resiliência e dedicação ao empreendedorismo", afirmou o Careca do INSS.
Segundo a Polícia Federal, houve pagamento de propina a servidores do órgão para obter ilegalmente dados de aposentados e pensionistas, repassar a entidades e, com isso, viabilizar os descontos ilegais. Uma investigação revelou um amplo esquema de fraudes e desvios de aposentadorias e pensões do INSS. Somente Antunes transferiu, de acordo com a PF, R$ 9,3 milhões para pessoas relacionadas a servidores do INSS entre 2023 e 2024.
O depoimento estava marcado para a manhã e teve presença maciça de deputados e senadores. Ele se negou a responder perguntas de membros da CPMI e apenas falou no início da sessão. "Minha empresa sempre prestou serviço a associações, tendo como destinatário final o aposentado associado, mas sem ter qualquer ingerência ou responsabilidade sobre descontos incidentes em seus benefícios previdenciários", disse o empresário.
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