Política
Publicado em 12/07/2025, às 17h56 - Atualizado às 18h00 Héber Araújo
A jornalista Míriam Leitão lembrou, durante episódio da série documental sobre os 100 anos do jornal O Globo, da tortura que sofreu durante a ditadura militar e como foi atacada por Jair Bolsonaro (PL) e pelo deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL), que tripudiaram das torturas sofridas por ela.
No relato, a jornalista relembrou que foi presa em uma cela, ainda grávida, na companhia apenas de uma cobra jiboia. Esse fato foi usado pelo ex-presidente para atacar a colunista, afirmando “coitada da cobra”. Declaração essa que reiterou quando foi entrevistado pelo filho de Leitão.
“E aí o Eduardo Bolsonaro usa essa hashtag, que ele botou coitada da cobra e isso foi replicado milhões de vezes, né? E aí você é jogado de novo no buraco”, disse.
A jornalista continuou o relato afirmando que ambos os políticos queriam que ela nunca tivesse saído da sala de tortura. “Então a sensação que eu tinha assim quando eles falavam, falavam, falavam disso, da cobra, é que eles queriam, na verdade, que eu nunca tivesse saído daquela sala de tortura”.
“Acontece que eu saí. Acontece que eu fiz a minha vida”, completou.
Na série sobre os 100 anos d’O Globo, a lembrança da infâmia de Zero Três, apologista do golpe de 1964, em seus ataques contra Miriam Leitão. Um personagem deplorável, ontem e hoje pic.twitter.com/qSxTJKRDm8
— Jeff Nascimento | jnascim.info no Bsky (@jnascim) July 12, 2025
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