Política
O presidente do PT na Bahia, Éden Valadares, reagiu à notícia de que a Executiva Estadual do União Brasil flexibilizou a possibilidade de aliança com o PT nas eleições municipais na Bahia. “Quem não quer somos nós. O PT não estará no mesmo palanque de quem defende a volta do carlismo ou do bolsonarismo”, destacou Éden.
Valadares reiterou que a diretriz partidária é não se aliar nem a PL nem ao União Brasil. “Não se trata de apenas uma opinião minha, mas sim de uma política aprovada e reiterada pelo Diretório Estadual do PT seguidas vezes. Nossa prioridade central é derrotar quem quer a volta do carlismo ou do bolsonarismo”, declarou o presidente estadual do PT, em nota.
A única hipótese de aliança é com quem se arrependeu de apoiar o ex-prefeito ACM Neto ou o ex-presidente Jair Bolsonaro. "Admitimos até a possibilidade de aliança com quem se arrependeu de apoiar Bolsonaro e ACM mas agora quer caminhar com Lula e Jerônimo, contudo, quem ficou no PL ou União Brasil joga contra a reconstrução do país e o novo ciclo de desenvolvimento na Bahia, e isso não vamos permitir.”
Ex-ministro
O ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB) lançou mão da ironia ao comentar notícia que indica que, em encontro da executiva estadual do União Brasil, a sigla indicou a possibilidade de permitir coligações com o PT.
"Olha que novidade bacana. O União Brasil se coligando com o PT: ACM Neto vai terminar apoiando Jerônimo [Rodrigues] e sendo candidato a deputado federal. Conheço isso, anotem o que estou dizendo", comentou o emedebista.
O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, já havia proibido coligações com o PT na Bahia, mas, com a intenção de Elmar Nascimento de disputar a presidência da Câmara dos Deputados, uma flexibilização na relação com os petistas está no radar. No aniversário de Elmar, na semana passada, a presença do ministro Rui Costa (Casa Civil) foi um dos destaques.
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