Política
Publicado em 26/03/2025, às 17h44 Anderson Ramos e Davi Lemos
A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Ivana Bastos (PSD), disse, nesta quarta-feira (26), que o PT precisa resolver o impasse na sigla para a definição de quem será o candidato a disputar a eleição para a 1ª Vice-Presidência da Casa. A votação prevista para ocorrer hoje foi adiada para a terça-feira (4) por conta dessa indefinição entre os nomes de Fátima Nunes e Júnior Muniz, que apresentou candidatura por último.
"Só tem uma vaga. Então o partido precisa resolver quem é o seu candidato. Com muita tranquilidade, [pois] é um direito que os deputados têm, muito tranquilos suspendemos a votação para que o PT resolva seu problema interno para que a gente possa ir para uma votação [...] (A votação ficou) para a próxima terça-feira. Essa é a nossa intenção", disse Ivana, em coletiva de imprensa.
Ao comentar o impasse petista, a presidente da ALBA citou caso do partido dela, o PSD, para indicar uma solução aos petistas. "A gente precisa ter um consenso. É preciso ter um consenso quando está no grupo como teve com Ângelo Coronel Filho, que retirou seu nome ao meu favor. A intenção nossa é que em um partido a gente não brigue entre si e não está tendo discussão", comentou.
"O Júnior Muniz colocou o nome dele, o da Fátima Nunes já estava, e agora o PT precisa definir e decidir quem é o seu candidato. A vaga, pela Federação, com a proporcionalidade, ficou com o PT. Então é uma decisão agora interna do PT de indicar qual é o candidato", reiterou Ivana Bastos.
Ivana disse, entretanto, que embora tenha indicado a próxima terça-feira para realizar a eleição, não há uma definição de data prescrito. "A gente não precisa ter essa pressa. A gente não precisa de um tempo regimental [que dissesse] a gente tem que fazer essa eleição hoje. Então que a gente possa [esperar], são todos aliados, [mas] é natural a disputa na casa legislativa. Pode vir até um terceiro nome. Não sei. Sei que o candidato à 1ª Vice é do PT", indicou.
A presidente da ALBA garantiu que não há desconforto com a posição de Júnior Muniz. "Nenhum desconforto. O nome de Fátima foi posto pelo governo; pedi voto para os amigos para Fátima e disse isso a Júnior. Nada contra ele. O nome dele agora chegou; tem todo o meu apreço, todo o meu respeito, poderia ser de outro do PT. Aí já é um problema interno do partido", reiterou.
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