Política
A Polícia Federal (PF) realizou, nesta quinta-feira (3), novas buscas contra o empresário Alex Rezende Parente, apontado como um dos líderes de um esquema de fraudes em contratos com o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) na Bahia. Parente, que já havia sido preso com mais de R$ 1 milhão em espécie durante a Operação Overclean, é suspeito de destruir provas e manipular informações para dificultar as investigações.
Na primeira fase da operação, a PF identificou que Alex Rezende Parente e o ex-coordenador do DNOCS na Bahia, Lucas Maciel Lobão Vieira, utilizavam aeronaves para transportar grandes quantias em dinheiro vivo. Os dois foram monitorados desde um hangar em Salvador até a abordagem em Brasília, onde foram detidos com R$ 1,535 milhão sem comprovação de origem.
De acordo com a decisão judicial que determinou a nova ofensiva, há indícios de que Parente tentou eliminar evidências e influenciar testemunhas para prejudicar o avanço das investigações. Além disso, foram identificadas contradições nos depoimentos sobre a origem dos valores apreendidos, reforçando as suspeitas de ocultação de provas.
A investigação da PF já revelou que o grupo comandado por Parente e outros empresários operava em pelo menos 14 estados, movimentando mais de R$ 820 milhões em contratos fraudulentos. Na primeira fase da operação, foram apreendidos bens de alto valor, incluindo 23 carros de luxo, três iates, seis imóveis, joias e mais de R$ 3 milhões em espécie.
A operação segue em andamento, e as autoridades não descartam novas medidas contra outros investigados no esquema.
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