Política
Publicado em 08/04/2025, às 07h19 - Atualizado às 07h20 Rebeca Santos
A terceira fase da Operação Overclean, deflagrada pela Polícia Federal (PF) no último dia 3, amplia o foco da investigação sobre desvios de verbas públicas oriundas do orçamento secreto.
O caso, que chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) após indícios da participação do deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil-BA), aponta um esquema que envolve empresários, lobistas, órgãos federais e figuras políticas.
Segundo o Metrópoles, a PF investiga contratos milionários com o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) e outras instituições públicas, beneficiando empresas ligadas aos irmãos Alex e Fabio Parente. Um dos alvos desta fase é Gabriel Mascarenhas Sobral, apontado como lobista que atuava em ministérios para liberar recursos.
Ainda de acordo com a reportagem, outro personagem que continua no centro da investigação é o empresário José Marcos Moura, o “Rei do Lixo”, suspeito de operar politicamente em favor do grupo e de intermediar cargos públicos, inclusive em Belo Horizonte (MG) e Salvador (BA). Moura é investigado por movimentações suspeitas que somam R$ 80 milhões.
A operação revelou também uma “contabilidade clandestina” apreendida em um avião com Alex Parente e um ex-chefe do Dnocs na Bahia. A investigação teve início em 2024 e já levou à prisão de políticos e empresários baianos ligados ao esquema.
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