Política

Otto Alencar defende revitalização do Rio São Francisco e debate sobre transposição

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Senador também afirmou que vai ser o próximo presidente da CCJ  |   Bnews - Divulgação Joilson César/ BNews

Publicado em 19/12/2024, às 15h49   Bernardo Rego e Alex Torres



O senador Otto Alencar (PSD) participou nesta quinta-feira (19) de um debate sobre clima que aconteceu na sede do Ministério Público da Bahia (MPBA), em Salvador, onde foram tratados temas a respeito da emergência climática vivida pelo planeta Terra.

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Durante discurso, o parlamentar defendeu a revitalização do Rio São Francisco, que abastece vários estados do Nordeste. Segundo Alencar, a transposição é importante mas é preciso preservar para manter esse bem natural que atende a um número expressivo da população brasileira.

"O Rio São Francisco é o rio que supre hoje não só o estado de Minas Gerais, a Bahia, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Paraíba, Ceará, que são os estados receptores das águas, que são beneficiados pela transposição. Ao longo dos anos já se colocou 13 bilhões de reais na transposição e é preciso começar a revitalização porque de nada valerá a transposição se não tiver água para suprimento", alertou.

"Então, já tem hoje cidades grandes do nordeste, por exemplo Campina Grande, que o São Francisco é que abastece pela transposição. O presidente Lula autorizou a formular esse projeto pelo fundo chamado Fundo Clima e começarmos a revitalização do rio. Porque não tem outro elemento na natureza para substituir a água. Se faltar a água não tem nada. Então é importante produzir água com a revitalização", acrescentou.

Senador comentou sobre as movimentações políticas

Ao ser questionado sobre como vai ser o posicionamento do PSD nas eleições da mesa diretora do Senado, Otto afirmou que vai apoiar Davi Alcolumbre. "Toda casa legislativa quem promove a sua sucessão é o Presidente. E o Presidente Pacheco optou para apoiar o Alcolumbre. É um colega meu, conheço, me dou muito bem com ele, nós vamos apoiar ele, eu vou ter a possibilidade de presidir a Comissão de Constituição e Justiça e ajudar o presidente Lula que está com muita dificuldade, porque a base nossa é uma base que não foi feita na eleição, foi feita depois na composição e quando é na composição tem que ter negociação para resolver, mas está resolvendo, acho que vai resolver", pontuou.

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