Política

Otto Alencar diz que "ajudou" Ednaldo Rodrigues a permanecer na presidência da CBF após imbróglios

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Senador Otto Alencar participou, nesta quinta-feira (29), do PodZé  |   Bnews - Divulgação BNews TV
Carolina Papa

por Carolina Papa

carolina.papa@bnews.com.br

Publicado em 29/05/2025, às 18h45



O senador Otto Alencar (PSD) afirmou ter ajudado o ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues a permanecer na direção da entidade na primeira vez em que o baiano foi afastado, em 2023.

“A eleição dele foi contestada. Eu conversei com ele várias vezes, eu o ajudei na primeira vez. Tanto eu como o Wagner, defendemos ele. [Ednaldo] também foi presidente aqui [e] eu considero que ele fez um bom trabalho na Bahia. Nós conseguimos mostrar as razões corretas de acordo com a lei, que ele podia ficar na primeira vez”, disse Otto Alencar em entrevista ao PodZé, nesta quinta-feira (29). 

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Ednaldo Rodrigues foi destituído do cargo de presidente pela segunda vez em maio pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A decisão foi na contramão da determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconheceu a legitimidade da eleição de 2022 e garantiu a permanência de Ednaldo na presidência até 2026.

Desta vez, Ednaldo Rodrigues foi destituído após suspeita de falsificação de assinatura. Para a atração, Otto Alencar defendeu o baiano das acusações. 

“Na segunda vez, teve a suspeita de que havia uma assinatura que não era verdadeira. Ele ligou para mim e eu pedi a ele que mandasse, através do jurídico da CBF, para fazer uma auditoria. No Rio de Janeiro [Ednaldo Rodrigues tem] seus algozes. Já queriam retirá-lo da presidência da CBF e quando chegou lá não teve advogado que desse jeito. [...] Não foi ele. Certamente alguém fez isso. Também não se identificou se era ou não a assinatura da pessoa, não foi feito esse estudo. [...] Ele já estava sob tensão muito alta”, acrescentou. 

Segundo informações da CNN, após não ter decisões favoráveis no STF e na Justiça do Rio, o ex-presidente optou por desistir do retorno ao cargo.

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