Política
O procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, deve receber nesta quinta-feira (1º), o relatório da Polícia Federal (PF) que indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outras 11 pessoas no caso da venda ilegal das joias entregues pelo governo da Arábia Saudita ao governo brasileiro. A informação é da coluna de Paulo Cappelli, no site Metrópoles.
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O indiciamento de Bolsonaro foi oficializado pela PF no último dia 4 de julho. Agora, caberá ao PGR decidir se acatará as denúncias contra os investigados oferecerá denúncia transformando-os ou não em réus. O caso será julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
De acordo com a PF, Bolsonaro era o líder do esquema de venda de joias. O ex-presidente nega qualquer irregularidade no caso, já que as normas sobre o tema não seriam claras e defendeu que devolveu os itens após a devolução ser solicitada pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
Além de Bolsonaro, também foram indiciados pela PF no caso das joias: Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Júnior, ex-ministro de Minas e Energia; Fábio Wajngarten, ex-chefe da Secretaria de Comunicação Social de Bolsonaro; Frederick Wassef, advogado de Bolsonaro; José Roberto Bueno Junior, ex-chefe de gabinete do Ministério de Minas e Energia; Julio Cesar Vieira Gomes, ex-secretário da Receita Federal; Marcelo Costa Câmara, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro; Marcelo da Silva Vieira, ex-chefe do setor de presentes durante o governo Bolsonaro, Marcos André dos Santos Soeiro, ex-assessor do ex-ministro de Minas e Energia; Mauro Cesar Barbosa Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro; Mauro Cesar Lourena Cid, general do Exército e pai de Mauro Cid; Osmar Crivelatti, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.
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