Política
A Procuradoria-Geral da República (PGR) manteve o general Mário Fernandes, acusado de tramar um plano para matar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso após um pedido da defesa do militar para revogar a prisão preventiva.
De acordo com o procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco, a manutenção da prisão é devido aos graves crimes que Mário Fernandes teve participação. Na decisão, o PGR afirmou que “situação fática e jurídica que autoriza a decretação da prisão preventiva de Mário Fernandes mantém-se inalterada”.
“Os investigados continuam a exercer seus postos no Exército e na Polícia Federal, salvo o general da reserva Mário Fernandes, que, entretanto, possui grande ascendência em relação aos ‘kids pretos’. Isso demonstra a necessidade da decretação de suas prisões como garantia da ordem pública e para a conveniência da instrução criminal sobre os graves crimes de tentativa de golpe de Estado e atentado a instituições democráticas”, informou Gonet.
O general Mário Fernandes foi preso na Operação Contragolpe da Polícia Federal no Rio de Janeiro. No início de dezembro, o militar foi transferido para Brasília, onde está sob custódia do Comando Militar do Planalto (CMP).
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