Política
O vereador Maurício Trindade (PP) reclamou, em entrevista ao programa Giro Baiana na rádio Baiana FM (89,3), na manhã desta sexta-feira (14), da falta de diálogo com a Prefeitura de Salvador, não só de ambulantes e músicos que irão trabalhar no Carnaval, como também, disse que o seu partido PP não é convidado "para sentar na prefeitura".
"PP não existe. Em Salvador , acabou", bradou o edil. Ele, inclusive, denunciou que políticos que perderam a eleição em Camaçari foram nomeados no Diário Oficial em Salvador e que o município não abriga integrantes do PP na capital. O vereador disse que "entregam [empregos] a pessoas de outra cidade" e não entregam a pessoas da capital. Ele reclamou e pediu mais espaço para pessoas do PP.
Diante da situação, Trindade disse que faz parte de uma "bancada independente" na Câmara Municipal de Salvador. Ele falou que admira a administração do governador Jerônimo Rodrigues (PT), no entanto, "onde Muniz [Carlos Muniz, presidente da Câmara Municipal] estiver, ele estará".
O PSDB de Muniz, além da secretaria da Educação, passou a integrar recentemente a secretaria da Saúde com Rodrigo Alves, ex-secretário de Gestão. "Não engoliram. A palavra não foi cumprida", bradou Trindade sobre o assunto. Muniz, inclusive, deixou as portas abertas do PSDB aos descontentes com o PP municipal.
Trindade relatou que a Prefeitura não está dialogando bem com o Governo do Estado na organização do Carnaval e que ambulantes e músicos não estão satisfeitos com algumas questões. “Eles [ambulantes] mesmo relatam que é um trabalho escravo”, disse. Segundo o edil, os ambulantes precisam desembolsar de R$ 20 a R$ 30 por dia para tomar banho e não dispõem de muitos locais para isso, dentre outras reclamações.
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