Política

Presidente do PRTB é acusado de ameaçar dirigentes de morte

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A ação é movida pela ex-vice presidente do partido  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes Sociais
Cadastrado por Daniel Serrano

por Cadastrado por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 25/08/2024, às 16h30 - Atualizado às 17h13



O presidente nacional do PRTB, Leonardo Avalanche, é alvo de uma ação na Justiça Eleitoral em que ele é acusado de ter cometido os crimes de coação, ameaça de morte, fraude e suborno. A informação é do blog de Daniela Lima, no portal G1.

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De acordo com a publicação, uma das pessoas que movem a ação é a ex-vice presidente do partido, Rachel Carvalho. Ela alega ter sido ameaçada de morte por Avalanche para renunciar ao cargo. Carvalho diz ainda que outros ex-dirigentes da sigla teriam sofrido as mesmas ameaças.

Rachel registrou boletim de ocorrência e também anexou ao caso conversas de WhatsApp com auxiliares de Avalanche, na qual relata ter sido ameaçada.

O processo foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no dia 19 de julho e corre sob sigilo. O ministro Nunes Marques havia assumido a relatoria do caso, mas, por conta de um pedido de liminar feito em julho, o processo ficou nas mãos da presidente da corte, a ministra Cármen Lúcia.

Em depoimento à polícia, Rachel disse que foi procurada por uma interlocutora de Avalanche. Na oportunidade, a enviada disse que ela deveria renunciar ao cargo “sob pena de frequentar mais o cemitério”.

Em outro depoimento, Rachel conta que teve uma conversa a sós com Avanlanche, que a disse que que "quando ele pedisse para ela pegar sua vara e ir pescar, era para ela se despedir de seus familiares".

A defesa de Avalanche diz que as denúncias apresentadas por Raquel são unilaterais e pede a rejeição da ação e que, desde que assumiu a presidência do PRTB, ele é alvo de "diversas acusações levianas, calúnias e difamações, sem qualquer respaldo em provas concretas, foram levadas ao TSE por membros insatisfeitos".

"As alegações vazias e destituídas de elementos probatórios não podem ser utilizadas para desconstituir a validade de um ato jurídico perfeito, especialmente quando esse ato foi realizado de forma regular e sem qualquer indício de irregularidade. Assim, deve-se rejeitar essa acusação por falta de provas, preservando-se a integridade e a legitimidade do processo decisório interno do partido", afirma a defesa de Avalanche.

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