Política
por Daniel Serrano
Publicado em 24/03/2026, às 15h36 - Atualizado às 15h36
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, tratou de minimizar as citações de membros do partido no escândalo do Banco Master, como o líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner.
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De acordo com o Metrópoles, o Master pagou ao menos R$ 11 milhões à empresa da nora de Jaques Wagner. O senador nega ter participado “de qualquer intermediação ou negociação em favor da empresa citada” e que cabe à empresa prestar.
Em entrevista ao Metrópoles, Edinho Silva disse que os pagamentos feitos pelo Banco Master é um problema da nora do senador e não dele.
“Tem um contrato da nora do Jaques, que é esposa do enteado dele. É evidente que o enteado, a nora do Jaques tem que prestar os esclarecimentos necessários. É um problema da nora e do enteado do Jaques. Nada tem a ver com Jaques, com as lideranças da Bahia”, afirmou Edinho.
Ainda segundo o presidente do PT, até agora, não há nem “nada comprovado” contra o PT em relação ao Banco Master e que, caso apareça, caberá a cada membro do partido se explicar.
Edinho Silva disse ainda que todo o imbróglio com a instituição financeira durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), quando Roberto Campos Neto comandava o Banco Central.
“O que é bom que se diga: o Banco Master se tornou um banco no governo Bolsonaro, não foi no governo do presidente Lula, é isso que precisa ficar claro e, às vezes, é isso que me incomoda quando a imprensa não deixa claro que quem fez o Banco Master e deixou ele se tornar o que se tornou foi o Campos Neto, quando ele estava à frente do Banco Central”, disse.
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