Política

Prevendo derrota em barrar CPMI do INSS, governo quer deputada aliada na relatoria

Fábio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil
A oposição conseguiu a assinatura de 36 senadores e de 223 deputados federais do requerimento de instalação da CPMI  |   Bnews - Divulgação Fábio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil
Davi Lemos

por Davi Lemos

davi.lemos@bnews.com.br

Publicado em 15/05/2025, às 20h40



Deputados da base do governo Lula preveem derrota na tentativa de barrar a instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, mas querem agora negociar para indicar uma aliada na relatoria. Segundo apuração do site Poder360, a deputada federal Tábata Amaral (PSB/SP) seria a indicada.

A estratégia do governo durante a CPMI será a já atualmente adotada nos debates no parlamento: transferir a responsabilidade pelas fraudes ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

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A criação do colegiado ainda depende do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (UB/AP) após o pedido protocolado na segunda-feira (12) com a assinatura de 36 senadores e 223 deputados. O número supera o mínimo exigido para a instalação do colegiado, ou seja, 27 senadores e 171 deputados.

Alcolumbre, que integrou a comitiva de Lula à Rússia e à China, defendeu cautela na instalação. A oposição, entretanto, promete levar a questão ao Supremo Tribunal Federal se o presidente do Senado não instalar a CPMI.

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