Política
Publicado em 17/06/2024, às 12h19 Cadastrado por Lucas Pacheco
Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, dissolveu o gabinete de guerra do país, nesta segunda-feira (17), após a saída de dois dos seis membros do órgão que foi criado após o início do conflito com o Hamas, em outubro de 2023.
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Benny Gantz, ex-primeiro ministro, e Gadi Eisenkot, deixaram seus cargos no gabinete na última semana após discordarem dos rumos que o governo do país estava dando à guerra.
Entretanto, a medida deve ter mais consequências políticas do que práticas, já que diminui a participação de extremistas no órgão, o que agrada aliados internacionais como os Estados Unidos.
Netanyahu comanda a gestão mais inclinada à direita da história de Israel e convidou setores moderados para formar uma coalizão após o início da guerra e manter seu governo que vivia uma grave crise política e com manifestações públicas gigantes.
Gantz, ex-primeiro ministro, ex-comandante do Exército e ex-ministro da Defesa, é apontado como principal adversário de que aparece como principal adversário de Benjamin Netanyahu nas próximas eleições. Segundo ele, o atual premiê tem impedido o país de “avançar em direção a uma verdadeira vitória”.
Dissolução do gabinete
Com a saída dos representantes de centro, Benjamin Netanyahu passou a sofrer pressões para ocupar as vagas vazias com membros ultradireitistas da coalização que o ajuda a governar. Entretanto, para evitar problemas com aliados internacionais, o primeiro-ministro preferiu dissolver o órgão.
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