Política
O Sindicato dos Professores no Estado da Bahia (Sinpro) confirmou uma nova assembleia com paralisação das atividades para esta quarta-feira (17).
Em comunicado à imprensa, assinado pelo presidente Allysson Mustafa, o Sinpro informou que chegou a ser procurado pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado da Bahia (Sinepe-BA), mas destacou que as negociações com o patronal “voltaram ao início”.
"Na tarde de hoje, 16 de junho, o SINEPE-BA procurou o SINPRO-BA para apresentar a retirada da sua proposta de redução de direitos, tal como vinha sustentando desde o final de abril. Diante da grande e negativa repercussão das posições patronais, do trabalho incansável do SINPRO-BA e da fantástica mobilização da categoria docente, a poucas horas da paralisação e da Assembleia que decidirá sobre a greve, o patronal recuou”, destacou o Sinpro em nota.
De acordo com o sindicato, donos e diretores de escolas têm tentado “desmobilizar a categoria” ao divulgar a Ata da reunião ocorrida nesta terça-feira (16).
“O recuo do patronal apenas faz com que o jogo volte ao início. Temos muito a debater e muito ainda por que lutar, notadamente no que diz respeito ao sobretrabalho e às excessivas horas não pagas aos/às professores/as. Que fique claro: o recuo patronal não se reverterá em recuo dos/as Professores/as”, acrescentou.
O que diz o Sinepe
De acordo com o Sinepe, houve um consenso com o Sinpro após uma negociação realizada nesta terça para garantir a manutenção da cláusula de Ajuda Escolar nos termos do texto da Convenção 2024/2026.
Na reunião, foi assegurado ainda o que o Recesso Escolar de 2027 aconteça entre os dias 18 de junho e 6 de julho.
“O SINEPE-BA e o SINPRO-BA acordaram que, após o fechamento da Data Base, tratarão do calendário de reposição dos dias de paralisação. Uma nova rodada de negociações foi marcada para o dia 8 de julho”, cravou o sindicato.
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