Publicado em 15/01/2026, às 13h12 - Atualizado às 13h31
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A Lavagem do Bonfim deste ano de eleição foi marcada por uma série de protestos que se misturaram ao clima tradicionalmente religioso e cultural da maior festa de rua da Bahia. Ao longo do percurso entre a Conceição da Praia e a Colina Sagrada, grupos organizados e manifestantes independentes levantaram faixas, cartazes e palavras de ordem sobre temas nacionais, internacionais e locais, transformando o cortejo também em espaço de reivindicação política e social. Teve até mesmo ato contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
No plano local, a decisão da Prefeitura de Salvador de reajustar a tarifa de ônibus para R$ 5,90 foi alvo de críticas diretas em faixas e cartazes, com manifestantes denunciando o impacto do aumento no orçamento da população, especialmente dos trabalhadores que dependem do transporte público.
As mobilizações também trouxeram à tona pautas sociais recorrentes, como o combate ao feminicídio e à violência contra a mulher. O ambiente de contestação se refletiu ainda em reações direcionadas a autoridades políticas. O prefeito de Salvador, Bruno Reis, e o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, também foram vaiados em diferentes momentos da celebração.
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