Política

PT e PCdoB usam verba da ciência para criar "BNDES paralelo"

Reprodução/ Fintechlab
Os contratos do "BNDES paralelo" com as empresas somaram R$ 11,4 bilhões em 2023  |   Bnews - Divulgação Reprodução/ Fintechlab

Publicado em 29/08/2024, às 08h44 - Atualizado às 08h44   Yuri Pastori



A estatal Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), ligada ao Ministério de Ciência e Tecnologia (MCTI), controlado pelo PT e PC do B, tem sido usada como uma espécie de "BNDES paralelo". Isso, porque a empresa pública tem concedido empréstimos a empresas de vários setores - de fábrica de batata frita a lojas de roupas na internet, com juros mais baixos que o mercado. As informações são do Uol.

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As taxas variam de TR (taxa referencial) +2,8% ao ano a TR +4,3% ao ano. De acordo com dados do Banco Central, se essas mesmas empresas buscassem empréstimo no BNDES pagariam 5,9% ao ano e em bancos comerciais, de 20 a 30%.


A Finep disse que "qualquer empresa que tenha um projeto de inovação e atenda às condições operacionais pode enviar um projeto". Ainda segundo a empresa, os projetos passam por uma avaliação das equipes operacionais e de crédito da Finep, além de aprovados pela diretoria executiva, sem interferência e/ou aprovação do Ministério.


Os contratos com as empresas somaram R$ 11,4 bilhões em 2023, maior valor desde 2014 (R$ 9,2 bilhões). O orçamento da Finep subiu 33% no primeiro ano do governo Lula. As verbas de investimento chegaram a R$ 68,6 bilhões.

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