Política
A pré-candidata a deputada federal Raíssa Soares (PL), durante participação nesta terça-feira (9) no programa Se Liga Bocão, afirmou que o julgamento da chamada trama golpista na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) não ocorre de forma imparcial. O ex-secretária da Saúde de Porto Seguro também classificou esta terça-feira como, "sem dúvida nenhuma, um dia triste" devido aos votos dos ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino pela condenação de Jair Bolsonaro e outros réus.
"Quando a gente olha o processo, inclusive na leitura do voto, tanto de Moraes quanto de Dino - eu escutei partes - eles tratam esse julgamento considerando que tudo o que ocorreu no 8 de Janeiro cabe nas cotas de Bolsonaro [...] Está tudo montado, tudo pronto, e o julgamento está ali sendo dado como se fosse algo que não tem retorno", comentou a médica.
Raíssa Soares diz que o julgamento evidencia uma mistura entre justiça e ativismo político. "Quando a gente vai analisar uma Justiça em que se diz que é um ministro bolsonarista e há um ministro lulista. Então estou falando que essa justiça é política, ela não é imparcial. Isso é muito ruim. Eu gostaria de ter ministros que não tivessem ala política nenhuma e que estivesse analisando os fatos concretos sem ideologia política misturando", comentou.
A pré-candidata a deputada federal e ex-candidata ao Senado nas eleições de 2022, apontou ainda o que ele considera ser cerceamento ao direito de defesa dos réus. "Eu não quero ministro bolsonarista, não quere ministro lulista. Quero que a Justiça analise as provas, desse o direito dos 70 terabytes de provas apensadas ao processo que a defesa pudesse ter analisado com tempo e que não tivesse um atropelo desse processo legal. A tristeza do nosso lado é não viver um processo legítimo com uma justiça imparcial", disse a médica.
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