Política
Publicado em 10/09/2024, às 11h18 Pedro Moraes
Parte dos juristas entenderam o suposto crime cometido pelo ex-ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, contra Anielle Franco, ministra da Igualdade Racial, como importunação sexual. O motivo foi a falta de relação hierárquica entre os dois envolvidos. Todavia, um detalhe pode alterar o curso da investigação por parte da Polícia Federal (PF), de acordo com informações do portal Metrópoles.
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O orçamento do Ministério da Igualdade Racial tinha dependência direta do Ministério dos Direitos Humanos pela falta de autonomia orçamentária, até o início de 2024. Na rotina diária, qualquer aprovação de Anielle dependia de uma interlocução com Silvio, como por exemplo, compras e licitações.
A publicação mencionou que a boa relação era critério fundamental, já que o rompimento implicaria na inviabilização das atividades do ministério chefiado pela suposta vítima. O mesmo caso era encarado pelo Ministério das Mulheres.
No atual cenário, as pastas têm orçamento próprio, porém não acumulam uma Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração, área responsável pela gestão orçamentária e cuida de questões administrativas.
Denunciado por assédio sexual contra mulheres, como Anielle Franco, Silvio Almeida foi demitido do cargo na última sexta-feira (6).
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