Política
por Anderson Ramos
Publicado em 25/07/2026, às 20h31
O pré-candidato à Presidência da República pelo Missão, partido ligado ao MBL, Renan Santos, comentou o caso de extrema violência de uma mulher que teve os dedos arrancados por criminosos na Bahia.
A vítima é a professora aposentada, identificada como Vivaldina de Jesus Bonfim, de 64 anos, moradora de Santa Rita de Cássia, no oeste baiano. Os suspeitos sacaram R$ 18 mil em uma agência bancária e tentaram fazer outra retirada da conta da vítima, mas não conseguiram devido ao avançado estado de decomposição do dedo.
Em uma publicação nas redes sociais, Renan Santos lamentou o episódio e criticou a política de segurança pública do governador Jerônimo Rodrigues (PT), a quem chamou de “fraco”.
“Este é um caso de violência brutal que acontece contra brasileiros, homens e mulheres, todos os dias. No estado da Bahia, governado por Jerônimo, a polícia não consegue trabalhar, Jerônimo é fraco. A população da Bahia em grande parte ainda apoia Jerônimo e se Lula fizer um ‘trabalho bom’ ele vai ser reeleito. A população da Bahia em grande medida é masoquista, ela vive o drama do crime e vota nos mesmos políticos que se beneficiam e ajudam o crime a se manter poderoso. Essa mesma população termina com os dedos arrancados, assaltada e assassinada, mas como ela está preso num ciclo de compra e venda de votos, a morte prossegue”, disse.
Ele também usou o caso para reiterar sua posição favorável à pena de morte no Brasil
O Governo Federal deveria matar esse cara. Esse cara não deveria ter nenhum tipo de recuperação. Essa pessoa é tão fria, é tão mal, que tratou aquela mulher como um pedaço de carne e a única coisa que nos resta é tratá-lo como um pedaço de carne. Nós não precisamos de um homem como esse andando por aí. Nosso sistema prisional não precisava gastar recursos alimentando ele inutilmente. Ele é uma vida que não deveria acontecer. Eu prometo destruir o crime organizado e fazer uma constituinte permitindo pena de morte”, garantiu.
O suspeito de matar e roubar a professora foi identificado como Cristiano Machado de Oliveira. Com a quebra do sigilo bancário, a polícia descobriu que o homem realizou três saques na agência bancária do Banco do Brasil, na cidade de Serrinha, no nordeste do estado.
O delegado responsável pelo caso Leonardo Mendes, informou, em entrevista ao G1, que quatro pessoas estão presas por envolvimento no latrocínio, sendo dois homens e duas holheres. O primeiro suspeito foi preso no dia 20 de junho e as outras três foram detidas no dia 3 de julho. As mulheres aguardam transferência para o Conjunto Penal Feminino de Jequié, enquanto os homens foram encaminhados para o Centro de Detenção Provisória de Barreiras.
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