Política
Publicado em 08/05/2025, às 09h50 - Atualizado às 09h50 Cadastrado por Daniel Serrano
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou a Controladoria-Geral da União (CGU) falhou ao não alertar o ao ex-ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, e a Casa Civil, sobre o tamanho dos descontos indevidos sobre benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), alvo da Operação Sem Desconto.
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“O papel da Polícia Federal é apurar o crime. O da Controladoria é impedir o crime. São naturezas diferentes. A Controladoria-Geral tem o papel de evitar o problema, apontar falhas de procedimentos”, disse Rui Costa em entrevista ao jornal O Globo.
“Ao fim e ao cabo, nós deixamos passar dois anos, período no qual mais pessoas foram lesadas, para poder corrigir o problema? O papel da Polícia Federal não é mesmo o de avisar nada a ninguém, é apurar ato criminoso. Ela está no papel dela, correto, sem reparo. Agora, a função de qualquer Controladoria é preventiva, e não corretiva ou punitiva”, completou.
Ainda de acordo com o ministro, a falha de um alerta da CGU impediu que o governo tentasse barrar os descontos e contribuiu para o desgaste enfrentado pelo presidente Lula (PT).
“Se você atua em 2023, tinha diminuído a quantidade de pessoas [afetada], e eu diria que não tinha impactado basicamente o nosso governo”, avaliou.
A Operação Sem Desconto foi deflagrada no dia 23 de abril pela Polícia Federal e da CGU para combater um que fornecia descontos irregulares em benefícios do INSS. Segundo as investigações, entidades cobraram de aposentados e pensionistas o valor estimado de R$ 6,3 bilhões, no período entre 2019 e 2024.
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