Política

Rui Costa reage após boato de suposto acordo com ACM Neto para não falar sobre Banco Master

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Rui Costa comentou sobre o assunto durante encontro de prefeitos baianos  |   Bnews - Divulgação Devid Santana/Bnews
Yuri Pastori e Bernardo Rego

por Yuri Pastori e Bernardo Rego

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 27/03/2026, às 15h46 - Atualizado às 15h49



O ministro-chefe da Casa Civil e ex-governador Bahia, Rui Costa, comentou nesta sexta-feira (27) durante o Encontro de Prefeitos que aconteceu no Centro de Convenções, em Salvador, sobre um possível acordo que teria feito com ACM Neto para falar a respeito do escândalo envolvendo o Banco Master durante o período das eleições.

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Em conversa com a imprensa, Rui negou qualquer tipo de acordo e afirmou que precisa desmentir fake news o tempo inteiro.

"A gente tem que ficar toda hora negando fake news, negando mentira. Eu nunca participei de conversas não. Eu tenho falado, falei na entrevista da Record, falei hoje de novo na rádio, toda vez que me perguntam vou falar. Eu não tenho acordo com ninguém, eu nunca fiz acordo com ninguém", afirmou o ministro.

Nos bastidores do mundo político circulou a informação de que havia um acordo entre as campanhas para não tocar no assunto Banco Master em virtude de possíveis desgastes que poderiam gerar para os dois lados. Essa vertente se tornou mais forte após um possível acordo de colaboração premiada que vai ser feito pelo dono do banco, Daniel Vorcaro, onde deve citar diversos políticos influentes da Bahia e do restante do país.

Rui também respondeu a respeito do cartão Credcesta que ficou sem respaldo de instituição financeira após o escândalo do Master vir à tona.

"Isso não cabe a mim de analisar. Não sou governador do Estado, não sou prefeito e portanto, quem tem que analisar a pertinência, conveniência, seja econômica, seja jurídica, seja técnica, o que for, de manter ou não, é quem é prefeito, quem é governador, quem é secretário, que tem que analisar isso tecnicamente, juridicamente, não cabe a mim ficar dando palpites sobre isso. Isso cabe a quem está sentado e analisar as circunstâncias e ao próprio Banco Central", concluiu o ministro.

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