Política
O decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, dá as cartas na Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Ele foi decisivo para a ascensão de Ednaldo Rodrigues ao comando da Confederação. No entanto, na última semana, uma decisão do magistrado abriu caminho para a saída de Ednaldo da CBF.
Segundo o Estadão, a gestão estreitou laços com o ministro por meio de um contrato com a instituição de ensino Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), da qual o ministro é sócio. Em agosto de 2023, a instituições celebraram contrato de 10 anos para a gestão dos cursos da CBF Academy. Em 2024, a receita bruta da CPF Academy foi de R$ 5,9 milhões. Em 2023, R$ 9,2 milhões.
No início do mês, Gilmar foi autor de uma liminar que manteve o presidente no cargo. Após surgirem denúncias de assinaturas falsificadas em documentos usados pelo dirigente da CBF para legitimar sua posição no comando da entidade, o ministro encaminhou o caso para o Tribunal do Rio de Janeiro (TJ-RJ).
Segundo a revista Piauí, o ministro já indicou ao menos seis diretores para a entidade. Também indicou recentemente um dos oito vice-presidentes da CBF, Gustavo Dias Henrique.
Procurado pelo Estadão, Gilmar Mendes não comentou. Ao portal Uol, ele disse que “não há conflito de interesse em relação a esta questão. O IDP é uma instituição extremamente conceituada no Brasil e no exterior. Neste caso, (o IDP) estava organizando e cedendo seu bom prestígio à CBF, e não o contrário”.
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