Política
Publicado em 24/01/2025, às 08h04 Rebeca Santos
Mensagens encontradas em celulares de integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) mostram que o plano para sequestrar o ex-juiz Sergio Moro custou ao R$ 564 mil aos cofres da facção.
De acordo com informações do Metrópoles, informações das conversas indicam que o financiamento do plano para sequestrar o ex-juiz Sergio Moro partiu de integrantes da facção na Bolívia.
O integrante do PCC apontado como líder do grupo é Janeferson Aparecido Mariano Gomes, o Nefo. Ele foi executado no presídio de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, após o plano se tornar público.
A juíza do caso afirma que durante a investigação “foram observadas diversas planilhas e controles de gastos, que se mostraram imprescindíveis para a compreensão do plano criminoso e do modus operandi da organização criminosa”.
Em uma das anotações, salvas por uma integrante do grupo, o valor de R$ 564 mil é citado como utilizado para o pagamento das despesas.
Entre elas, um “fuzil mais quadrada”, aluguel de imóveis, viagens, motorista e carro a ser utilizado no plano.
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