Política
por Héber Araújo
Publicado em 23/11/2025, às 08h49 - Atualizado às 08h50
A diretora-adjunta da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) do Distrito Federal, Rita de Cássia Gaio ganhou destaque nacional após ser identificada como a agente que analisou a tornozeleira eletrônica do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Foi ela quem conversou com Bolsonaro sobre ele ter usado uma solda para mexer no equipamento.
A diretora já tem um longo histórico como agente do sistema prisional já tendo sido homenageada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal pelo “ato de bravura” durante os atos de 8 de Janeiro.
Rita foi uma das homenageadas com louvor e aplausos pela Casa Legislativa da do DF, que apontou que ela, assim como demais profissionais da Seap atuaram na Esplanada para conter os manifestantes que invadiram a sede dos três poderes.
A situação com Bolsonaro não foi a primeira vez que ela lidou com ocorrências envolvendo tornozeleiras eletrônicas. Segundo o Globo, em 2022, ela atuou no Centro Integrado de Monitoração Eletrônica, onde foi responsável por fazer o relatório de desligamento do equipamento usado pelo então deputado Daniel Silveira.
O relatório, feito sob sua responsabilidade, levou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, a ordenar a prisão de Silveira em 2023.
Rita possui um longo histórico na carreira penitenciária do Rio de Janeiro. Em 2015 ocupou um cargo de chefia no Núcleo de Ensino e Aperfeiçoamento Profissional do Centro de Progressão Penitenciária, pertencente a Secretaria de Justiça e Cidadania do DF.
Relembre o vídeo:
URGENTE: STF divulga imagens da tornozeleira eletrônica usada por Jair Bolsonaro com sinais claros de tentativa de rompimento. Nas imagens, uma diretora da Secretaria de Administração Penitenciária do DF faz vistoria no equipamento. pic.twitter.com/81HGdiAPIE
— Renato Souza (@reporterenato) November 22, 2025
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