Política

Sargento Isidório afirma que STF precisa de mais mulheres e defende meritocracia na indicação

Henrique Brinco / BNews
Deputado federal afirmou que STF só será justo quando tiver cadeira equivalentes de mulheres na Suprema Corte  |   Bnews - Divulgação Henrique Brinco / BNews
Héber Araújo

por Héber Araújo

Publicado em 02/05/2026, às 06h00



Com a rejeição do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), debates sobre quem deveria ocupar a vaga deixada por Luís Roberto Barroso voltaram à tona. Movimentos sociais defendem que a vaga deveria ser ocupada por uma mulher, visto que Cármen Lúcia é a única ministra da Suprema Corte, em meio a dez ministros.

Entre os nomes que endossaram a escolha de uma mulher para a vaga no STF está o deputado federal Pastor Sargento Isidório (Avante). Para o parlamentar, que falou com exclusividade ao Bnews, o Supremo está passando por uma necessidade de ter mais mulheres na Corte. 

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“Eu não tenho nada contra o Messias. ele é ficha limpa, é um cara honrado, maravilhoso, mas nós temos a necessidade de ter mulheres no STF. Que c***** é esse? Nós só temos uma mulher no STF, Imagine o Supremo com 11 ministros, só tem uma mulher, o que é isso? Onde tá a lei”, disse o parlamentar.

Conforme afirmou Isidório, o STF precisa ser justo e ter cadeiras proporcionais e equiparáveis para as mulheres. “A verdade é que o STF só estará pronto para atender o brasiuleiro, quando tiver as mulheres ali também”, completou.

Entretanto, o parlamentar defendeu que o problema um grande problema do STF é que para ministros poderem concorrer a vagas precisam ser indicações de presidentes. Para Isidório, essas indicações acabam sendo motivadas por questões políticas e por motivos políticos, o que prejudica a isonomia dos magistrados, que acabam possuindo tendência a um político.

“O STF precisa ser indicado pelo mérito, pela meritocracia. Os indicados precisam ser pessoas que sejam promotores de justiça, advogados, juízes, que conheçam verdadeiramente de lei. Mas a gente precisa ouvir o povo para saber se quer continuar com esse regime. Você quer mudar a maneira de escolher uma justiça, equidade, a certa serenidade e justiça”, disse.

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