Política

Saúde de Bolsonaro volta a preocupar equipe médica

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Bolsonaro precisou de atendimento de emergência e teve que suspender sua agenda devido a problemas de saúde recorrentes.  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes Sociais
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 13/08/2025, às 08h49



Os médicos de Jair Bolsonaro têm demonstrado preocupação com dois fatores sobre a  saúde do ex-presidente. As informações são da coluna de Paulo Cappelli. 

De acordo com a publicação, o primeiro fator é a esofagite crônica que faz com que Bolsonaro tenha refluxo e crises de soluço. A doença fez com que o ex-presidente precisasse de um atendimento de emergência em julho deste ano e a suspender sua agenda naquele mês por recomendação médica.

As crises estão relacionadas com a facada recebida por Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018. Desde 2021, ele vem se queixando de consequências causadas pelo episódio à sua saúde.

Outro fator que preocupa os médicos é a possibilidade de Bolsonaro ter novas obstruções intestinais. O problema levou o ex-presidente a passar por uma cirurgia em abril deste ano.

As intervenções no aparelho digestivo demandam um monitoramento constante por aumentar as chances de aderência das paredes do intestino. De acordo com os profissionais de saúde, é inevitável surgirem novas aderências após a realização de novas cirurgias para desobstruir o intestino. 

Bolsonaro liderado para fazer exames

 O ex-presidente está em prisão domiciliar desde o último dia 4 por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. O magistrado entendeu que Bolsonaro descumpriu as medidas cautelares impostas pela Corte ao enviar mensagens aos apoiadores que participaram dos atos que ocorreram no dia 3 de agosto, em todo o Brasil. 

Nesta terça-feira (12), Moraes atendeu a um pedido da defesa de Bolsonaro e autorizou que  o ex-presidente deixe a prisão domiciliar, no próximo sábado (16), para fazer exames em um hospital de Brasília. No entanto, o ministro do STF determinou que seja apresentado um atestado de comparecimento, no prazo de até 48 horas.

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