Política
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), adiou a votação do projeto que legaliza cassinos, bingos e jogos do bicho, além de apostas internacionais em corridas de cavalos. O projeto estava na pauta desta terça-feira (8), sob resistência de setores ligados à igreja e partidos de oposição.
O adiamento da votação aconteceu, segundo informou o presidente da Casa, pelo baixo quórum de senadores e pelo alto número de pedidos para que a matéria fosse debatida em outro momento. Ainda não há informações de quando a matéria voltará a ser debatida.
A proposta é de autoria do senador Irajá Abreu (PSD-TO) e recebe apoio de partidos ligados ao Centrão, além de parte do governo, como no Ministério do Turismo. Na justificativa do autor do texto, ele afirma que será uma forma de aumentar a arrecadação do governo federal, além de contribuir com a regulamentação dos jogos de azar.
O projeto foi aprovado em junho pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado - e, em 2022, quando tramitou na Câmara, recebeu o apoio do então presidente da casa legislativa, Arthur Lira (PP-AL).
De acordo com o texto, as casas de jogos poderão operar em embarcações marítimas e fluviais, podendo ser integradas a resorts, mas terão que comprovar um capital inicial de R$ 100 milhões. O projeto também permite a criação de casas de bingo. Quanto a jogos do bicho, as empresas precisarão ser credenciadas, existindo uma franquia a cada 700 mil habitantes.
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