Política
por Rebeca Santos
Publicado em 26/08/2025, às 09h11
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), marcou para esta terça-feira (26) a votação de um projeto de lei que altera os prazos de inelegibilidade estabelecidos pela Lei da Ficha Limpa.
Caso o projeto seja aprovado pelo Senado e sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), políticos como o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda e o ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho poderão ser beneficiados.
O projeto, de autoria da deputada federal Dani Cunha (União Brasil-RJ), filha de Eduardo Cunha, propõe um prazo fixo de inelegibilidade de oito anos, contados a partir da data da condenação, com um limite máximo de 12 anos.
Atualmente, a Lei da Ficha Limpa determina que a inelegibilidade dura oito anos após o cumprimento da pena ou do fim do mandato.
Com a mudança, por exemplo, José Roberto Arruda poderia estar apto a concorrer nas eleições de outubro de 2026, já que o prazo de 12 anos desde sua primeira condenação colegiada estará concluído.
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