Política

Sindicato confirma greve geral contra reforma trabalhista de Milei

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Sindicatos afirmam que a reforma prejudica direitos históricos dos trabalhadores e o estímulo ao emprego na Argentina  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais @javiermilei
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 16/02/2026, às 15h34



A Confederação Geral do Trabalho (CGT), um dos maiores sindicatos trabalhistas argentinos, anunciou, nesta segunda-feira (16), que deve fazer uma greve geral contra a reforma trabalhista do presidente argentino, Javier Milei.

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O secretário-geral da CGT,  Daniel Yofra, disse, em entrevista ao jornal argentino Clarín, que os sindicatos terão "liberdade de atuação", fez críticas ao governo e informou que a greve será realizada sem manifestações. 

“Sabe por que não convocam a CGT para dialogar? Porque eles não entram em greve, então por que os convocariam? Se eles estão lá, são como um cachorro que não morde. Você passa por ele e ele não te ataca, é isso que acontece com a CGT”, afirmou.

Os outros sindicatos do país também aderiram a greve, que deve acontecer na próxima quinta-feira (25), quando a proposta for analisada no plenário da Câmara dos Deputados argentina. Segundo os sindicatos, a reforma fere direitos históricos dos trabalhadores argentinos e afetam o estímulo ao emprego. 

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