Política
O Solidariedade e o PRD vão lançar a federação partidária nesta quarta-feira (25). Com dez deputados, dirigentes da federação pregam distaciamento do governo Lula e avaliam embarcar na candidatura presidencial de Ronaldo Caiado (União Brasil).
Embora tenha cargos no governo federal, o Solidariedade vem se afastando de Lula desde o início do ano. O deputado federal e presidente do Solidariedade, Paulinho da Força, criticou a atuação do governo no caso da fraude do INSS e assinou o requerimento de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o tema. Segundo Paulinho, seu partido “hoje já atua contra o governo” na Câmara.
Já o PRD foi criado em 2023 a partir da fusão entre PTB e Patriota, dois partidos mais alinhados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Hoje a sigla é dirigida por Ovasco Resende, ex-presidente do Patriota, e que também estará à frente da federação com o Solidariedade.
“Essa insatisfação crescente com o governo contribuiu para nos unir. O perfil que defendemos é caminhar na oposição, como o PRD tem feito desde o início da legislatura”, afirmou o tesoureiro do PRD, Marcos Vinícius Neskau, ex-deputado estadual no Rio para O Globo.
O objetivo imediato da federação é permitir que os dois partidos atinjam a cláusula de barreira, que exigirá no mínimo 13 deputados eleitos por ao menos nove estados em 2026; atualmente, PRD e Solidariedade têm cinco deputados cada.
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