Política

Sosthenes Macêdo rebate críticas sobre redução do orçamento da Codesal: "Não condiz"

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O diretor geral na Defesa Civil de Salvador ainda fez um balanço das atividades do órgão em 2024  |   Bnews - Divulgação Joilson César/BNews

Publicado em 18/12/2024, às 10h58   Daniel Serrano e Yuri Pastori



O diretor geral na Defesa Civil de Salvador (Codesal), Sosthenes Macêdo, esteve presente, na manhã desta quarta-feira (18), na entrega da obra de contenção de encosta no bairro de Tancredo Neves. Em conversa com a imprensa, ele fez um balanço das ações do órgão em 2024.

“A prefeitura vem avançando bastante nas intervenções físicas na cidade. São centenas de contenções de encostas, de geomantas. A gente sabe que Salvador é uma cidade com construções irregulares, uma topografia extremamente desafiadora. E esse tipo de equipamento somado às nossas capacitações, nosso dia a dia com as comunidades, preparando para os extremos climáticos, a gente observa que foram quatro anos extremamente positivos”, disse.

“Tivemos agora no final desse ano um episódio que nos marcou a todos. Mas, pensando no conjunto de ações e de ocorrências que desdobraram em vidas salvas, a gente sabe que está no caminho certo”, emendou.

Sóstenes comentou ainda que ele teve uma reunião com o prefeito Bruno Reis (União Brasil), a vice-prefeita Ana Paula Matos (PDT) e com os demais secretários municipais para que cada pasta apresentasse o resultado das ações em 2024 e destacou que a Codesal cumpriu todas as metas previstas.

“A gente conseguiu bater todas as metas estabelecidas pelo planejamento estratégico, o que é motivo de orgulho para toda a equipe”, disse.

Macedo ainda tratou de rebater as falas, em especial da oposição ao prefeito Bruno Reis, sobre a redução do orçamento na Defesa Civil, ao longo dos anos.

“Essa é uma fala que não condiz com que vocês [imprensa] estão presenciando aqui hoje. Ações de Defesa Civil não quer dizer que você vai usar apenas intracorpores para o órgão. Nós avançamos muito. Nós tivemos nesses últimos ano instalações, por exemplo, de dezenas de estações metrológicas. Nós não tínhamos esse cabedal tecnológico na nossa cidade”, afirmou.

“É claro que, quando você consegue avançar com uma série de recursos que foram aplicados e estes passam a já está alocados e funcionado, você vai buscar outras alternativas. O que a gente faz é uma administração austera e que a gente consegue reduzir os custos com as discussões feitas com os nossos contratos e com as nossas políticas que são realizadas e, obviamente, o prefeito vai aplicar onde resolve a vida das pessoas”, concluiu.  

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