Política
por Héber Araújo
Publicado em 05/03/2026, às 18h38
A primeira turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou, nesta quinta-feira (5), o pedido de prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão foi tomada de forma unânime pelos quatro ministros que compõem a Corte, durante sessão virtual.
O pedido de prisão domiciliar de Bolsonaro foi baseada nas condições médicas do ex-presidente, reveladas em relatório da PF que apontou sete condições crônicas do político.
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A negativa da prisão domiciliar já havia sido determinada pelo ministro Alexandre de Moraes na última segunda-feira (2). A decisão tomada pelos demais ministros nesta quinta buscou referendar a decisão previamente tomada por Moraes, que é o relator do caso.
Dessa forma, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia optaram por acompanhar o relator e votaram para manter Bolsonaro na Papudinha. O ex-mandatário foi transferido para o complexo penitenciário no dia 15 de janeiro deste ano.
Segundo a decisão dos ministros, Bolsonaro, apesar das questões médicas, têm uma equipe médica que o acompanha regularmente e suas condições estão sob controle, podendo permanecer na Papudinha.
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