Política

Tarifas de Trump sobre o Brasil são mais latido do que mordida, diz 'The Economist'

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Reportagem ressalta que setores como café e carne não foram isentos das tarifas, mas o impacto geral é considerado limitado  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Instagram e Ricardo Stuckert -PR
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 09/08/2025, às 11h02



Uma reportagem da revista britânica 'The Economist' afirmou, na última sexta-feira (8), que as tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Brasil são mais uma ameaça do que um impacto real.

O Brasil não foi o único país visado por razões políticas. No entanto, é o mais claro até o momento de Trump usando o comércio como instrumento para interferir nos assuntos de outro país", diz a reportagem.

A publicação ressalta que quase 700 produtos tiveram isenção da tarifa, dentre eles, aviões, petróleo, celulose e suco de laranja. No entanto, setores como café, carne e frutas ficaram de fora das excessões. 

Ainda segundo a revista, "o Brasil também é muito menos dependente dos Estados Unidos do que antes. Apenas 13% de suas exportações estão expostas às tarifas de Trump, uma queda em relação a um quarto há duas décadas. Enquanto isso, a parcela destinada à China aumentou quase seis vezes, para 28%".

A The Economist destacou também o papel do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no enfrentamento à Trump.

Os danos que as tarifas causam ao Brasil provavelmente serão limitados. Lula provavelmente deveria continuar colhendo os benefícios de ser atacado pelo Sr. Trump e tentar evitar transformar isso em uma briga maior", continua a matéria.

A publicação faz um alerta que uma possível consulta a outros membros do BRICS anunciada por Lula, na última quarta-feira (6), para combater o tarifaço pode intensificar a guerra comercial entre os países.

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