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Tassio Brito comenta pedidos de investigação da PF contra ACM Neto e aponta seletividade

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Tassio Brito afirmou que o tratamento de ACM Neto é desproporcional ao feito com o senador Jaques Wagner  |   Bnews - Divulgação BNEWS
Héber Araújo

por Héber Araújo

Publicado em 17/09/2026, às 19h56



O presidente estadual do PT da Bahia, Tassio Brito, afirmou ver uma seletividade em relação às operações contra o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), e o senador Jaques Wagner (PT). A declaração ocorreu durante participação do petista no Se Liga Bocão, da Baiana FM (89,3).

As falas do petista ocorreram após revelações de que a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR) se posicionaram a favor de uma investigação contra o candidato a governador. No entanto, a operação contra ACM Neto foi barrada por determinação do ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal.

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“Tem coisas que a gente não consegue entender, essa operação de hoje mesmo, tinha diversos pedidos feitos pela Polícia Federal, com a concordância da Procuradoria-Geral da República, e que não foi cumprido, não foi acatada pelo ministro. Nós fizemos uma petição ontem, ao Supremo para que as coisas funcionem do mesmo jeito para os dois lados”, disse.

Segundo afirmou Tássio, quando se tratou de investigar Jaques Wagner, houveram vazamentos seletivos e depois ocorreram buscas e apreensões. O senador e ex-governador da Bahia foi alvo de operações envolvendo a investigação do Banco Master, a fim de investigar o recebimento de vantagens financeiras feitas pagas por Daniel Vorcaro e Augusto Lima,

“O senador não tem um centavo do real do Banco Master na conta dele, mas foi feito uma espetacularização, já com ACM Neto, que recebeu milhões do Banco Master na conta dele, e que ele assumiu, que tem diversas citações, ele não é alvo de nada”, declarou.

Para o líder do PT na Bahia, a forma como os casos do ex-prefeito e do senador estão sendo tratados é desproporcional

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