Política
Publicado em 13/01/2025, às 11h42 - Atualizado às 11h44 Daniel Serrano e Yuri Pastori
O senador Jaques Wagner (PT) disse, em encontro do Partido dos Trabalhadores (PT) que reuniu prefeitos e vice eleitos nas eleições de 2024, na sede da União dos Municípios da Bahia (UPB), no Centro Administrativo, na manhã desta segunda-feira (13), que a chapa com ele, o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), e o governador Jerônimo Rodrigues (PT) para as eleições de 2026 é "bastante forte" e que é natural o pleito do senador Angelo Coronel (PSD) pela sua reeleição.
"Olha eu acho que é normal esse processo de projeção da chapa, todo mundo tem interesse em se manter", afirmou.
Ele explicou que a chapa 'puro sangue' petista não tem o objetivo de "tirar ninguém" e que o assunto será discutido com Coronel, senador Otto Alencar (PSD) e o PSD. "Vamos encontrar uma acomodação, tenho certeza que a gente consegue", defendeu. Ele disse também que o grupo político "tem maturidade para encontrar esse caminho".
Wagner também negou que esteja sendo negociado com Coronel um ministério no governo federal para haver essa acomodação. "Não tem discussão sobre isso", cravou. Ele afirmou que o grupo político não mistura as questões daqui com a questão federal.
Na ocasião, o senador petista também explicou um encontro que teve, recentemente, com o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Adolfo Menezes. "Fomos bater um papo, fomos conversar sobre política em geral", disse. Ele revelou que um dos assuntos discutidos foi a sucessão na Assembleia, mas que "não houve decisão tomada" sobre um possível acordo para o PT assumir a primeira vice-presidência da Mesa Diretora da Casa Legislativa, o que também foi negado por Adolfo.
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Assista a entrevista completa com Jaques Wagner:
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