Política
Publicado em 13/01/2025, às 19h37 Luana Neiva
Nesta segunda-feira (13), o vereador Téo Senna (PSDB) criticou a condução do seu partido na Câmara Municipal de Salvador, após ser excluído de decisões internas e não ocupar nenhum cargo na estrutura da Casa.
Segundo o vereador, a exclusão chama mais atenção diante do acordo prévio estabelecido entre os parlamentares para alternância na liderança do partido. Em 2023, Daniel Alves sucedeu Cris Correia na liderança da bancada, e, pela lógica do rodízio acordado, caberia agora a Téo Senna assumir o cargo. No entanto, o edil foi reconduzido ao cargo, desconsiderando o combinado.
“Todos os integrantes do partido se articularam para me excluir desse processo. Não participei de nenhuma decisão, não ocupei nenhum cargo na Câmara, mesmo tendo sido o segundo vereador mais votado do PSDB em Salvador. Eu pergunto: qual o objetivo disso tudo? Qual a intenção de me isolar?”, questionou Téo Senna.
O vereador também destacou seu compromisso com a oposição ao governo estadual e sua atuação firme em defesa da população de Salvador. “Podem até querer me calar, mas uma coisa não vão conseguir: tirar o meu mandato, que inclusive foi legitimado nas urnas com a segunda maior votação do partido, ficando atrás apenas do presidente da Câmara, Carlos Muniz. Eu sigo firme, defendendo aquilo que acredito”.
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