Política

Trump é o 'maior líder fascista do século XXI', diz presidente do PT

Anderson Barbosa / PT
Petista conclamou presidentes de partidos e lideranças a reconhecerem a importância do momento histórico atual.  |   Bnews - Divulgação Anderson Barbosa / PT
Anderson Ramos

por Anderson Ramos

Publicado em 15/09/2025, às 21h16



O presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, fez duras críticas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta segunda-feira (15), durante o ato "Direitos Já! - Em Defesa da Democracia e da Soberania Nacional", no Teatro da PUC (TUCA), em São Paulo.

“Trump é o maior líder fascista do século XXI e nós não podemos ter o receio da caracterização. Nem tão pouco temos o receio de fazermos um paralelo daquilo que antecedeu a Segunda Guerra Mundial. É hora de nós levantarmos as nossas vozes, de criarmos um ambiente de mobilização”, disse Edinho.

O petista conclamou presidentes de partidos e lideranças a reconhecerem a importância do momento histórico atual, alertando que, apesar de uma recente "vitória da democracia e do Estado Democrático de Direito", a luta contra o autoritarismo está longe de terminar.

“O Brasil pode, sim, ser exemplo para o mundo, mas dependerá de nós, da nossa capacidade de mobilização, da nossa capacidade de luta para que a gente possa fazer a democracia vencer o fascismo”, afirmou Edinho.

A fala acontece em meio ao tensionamento das relações entre Brasil e EUA. O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou, em entrevista à Fox News, que irá implementar novas sanções contra o governo brasileiro como forma de retaliação à condenação de Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de estado. Segundo o gestor, as novas sanções devem ocorrer ainda na próxima. 

No último domingo (14), em artigo no New York Times, Lula defendeu a decisão do STF, e negou que haja uma “caça às bruxas”, termo usado por Trump e aliados ao se referir ao julgamento de Bolsonaro. O petista ressaltou que o governo brasileiro está aberto a negociar qualquer questão que seja benéfica aos dois países. “Mas a democracia e a soberania do Brasil não estão em pauta”, ponderou.

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