Política

Uso da Magnitsky contra mulher de Moraes aumenta risco de Bolsonaro ir para a Papuda

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Sanções dos EUA à família de Moraes impactam a possibilidade de Bolsonaro ter uma pena mais branda ou prisão domiciliar  |   Bnews - Divulgação Alan Santos / PR
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 23/09/2025, às 07h43



O risco do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) ir para a prisão comum aumentou quando for definido o local que ele cumprirá a pena a que foi condenado no julgamento do núcleo crucial da trama golpista.

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Principalmente, após as novas sanções do governo dos Estados Unidos à mulher do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, e à empresa Lex Instituto de Estudos Jurídicos, dona dos imóveis da família dele.

Segundo a coluna de Malu Gaspar de O Globo, estava sendo construído um consenso de que Bolsonaro iria, inicialmente, para uma cela especial ou até mesmo continuar na prisão domiciliar em resposta ao pedido que a defesa dele vai apresentar na fase dos embargos sobre a sentença, alegando razões de saúde.

Além disso havia a discussão sobre a dosimetria da pena e o ex-presidente poderia se beneficiar da redução da pena. No entanto, as sanções à sua esposa teriam deixado Moraes irritado  e o clima se tornou desfavorável para que essas flexibilidades aconteceçam.

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