Política

“Vamos priorizar o debate das mulheres”, afirma Ivana Bastos sobre pauta da Alba em março

Deivid Santana / BNEWS
Ivana Bastos expressa preocupação com o aumento do feminicídio e a necessidade de independência financeira para as mulheres.  |   Bnews - Divulgação Deivid Santana / BNEWS
Anderson Ramos e Yuri Pastori

por Anderson Ramos e Yuri Pastori

redacao@bnews.com.br

Publicado em 10/03/2026, às 11h27 - Atualizado às 11h28



A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Ivana Bastos (PSD), afirmou  nesta terça-feira (10), durante um café da manhã especial em alusão ao Dia Internacional da Mulher, realizado no restaurante à la carte da Alba, que, neste mês de março, a Casa Legislativa dará prioridade ao tema das mulheres. 

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Vamos priorizar esse mês debate de mulheres. Nós, agora, às duas horas da tarde vamos sentar com os líderes, ver os projetos que foram encaminhados pelas deputadas para gente começar em votação", afirmou.

"Tem um projeto da minha autoria [...] é a reconstituição gratuita das mulheres que sofrem de violência, sofreram violência, que foram mutiladas há os de oncologia, que tiveram câncer", acrescentou.

Ivana disse ainda que esteve com a secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, e pediu o apoio para fazer mutirões de reconstituição de mama. “Então, isso nós vamos apresentar à Casa", garantiu.

Números de feminicídio

A presidente da Alba comentou também como ela vê os crescentes números de feminicídio: "Muito triste, com muita tristeza, com muita dor no coração. Às vezes, a gente discute, pergunta, será que o feminicídio aumentou ou as pessoas estão denunciando? Mas a gente vê de todos os lados um aumento em todas as cidades."

Se você abre no jornal, se você escuta na TV, no site, sempre tem uma mulher que foi violentada, sempre tem uma mulher que foi assassinada[...] Isso é muito triste e é uma coisa que preocupa muito. A gente preocupa muito, mas, aqui foi o que dito que a mulher ela tem enfrentado. A mulher ela precisa da sua independência financeira[...] Ela hoje grita, mas está muito longe da gente poder dizer: 'Olha, nós estamos realmente com um número bem menor de feminicídio.'", finalizou.

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