Política
Publicado em 07/07/2025, às 08h32 Rebeca Santos
A Prefeitura de São Paulo propôs a venda da Travessa Engenheiro Antônio de Souza Barros Júnior, localizada nos Jardins, por R$ 16 milhões.
O projeto de lei 673/2025, enviado pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB) à Câmara Municipal, visa transformar a travessa em propriedade vendável, permitindo a construção de um condomínio de luxo na área de 647 m².
A iniciativa despertou questionamentos quanto à sua legalidade e ao cumprimento da função social da venda de vias públicas. Especialistas apontam que a alienação de um espaço urbano desse tipo pode infringir a Constituição, que determina que a propriedade deve cumprir sua função social.
Segundo informações do Uol, o advogado Rodrigo Costamilan ressalta que o poder público precisa fundamentar a desafetação e comprovar a ausência de utilidade coletiva no uso da travessa.
A Prefeitura argumenta que a negociação atende ao interesse público, alegando que a via não interfere na mobilidade urbana, uma vez que não possui ligação com outras ruas.
A gestão municipal sustenta que a transferência direta é válida, já que o local servirá apenas aos imóveis adjacentes.
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