Política
por Héber Araújo
Publicado em 17/04/2026, às 15h58
O vereador Fabrício Rosa (PT) afirmou que foi vítima de violência policial após ser detido por Policiais Militares, na manhã desta sexta-feira (17), durante uma manifestação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O caso ocorreu em Santa Helena, há 200 km de Goiânia, Goiás, onde ele atua politicamente.
Em publicação nas redes sociais, o edil revelou imagens de suas costas com os hematomas sofridos durante a agressão que sofreu. Segundo afirmou na postagem, o ato era pacífico, até a chegada dos policiais.
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“Essas são as costas de um vereador eleito depois de uma abordagem da Polícia Militar de Goiás. Fabrício Rosa estava em um ato pacífico do Abril de Lutas, na área da Usina Santa Helena, ligada ao Grupo Naum, que deve bilhões ao Estado”, escreveu na publicação.
A manifestação em questão é parte do movimento Abril de Lutas, ação coordenada pelo MST e realizada na área da Usina Santa Helena. Além do vereador goianiense, o coordenador nacional do MST, Leandro de Almeida Costa foi também foi detido durante a abordagem policial.
A assessoria do vereador confirmou que ambos foram liberados ainda no início da tarde desta sexta, após prestarem depoimento e seguirem para o município de Rio Verde, onde realizaram exames de Corpo de Delito.
Conforme afirmou Fabrício, em nota divulgada nas redes sociais, a sua prisão ocorreu após os policiais alegarem crime de desacato a autoridade. Ele contestou a denúncia dos PMs e acusou o governo de Goiás de “institucionalizar” a atuação da PMGO para fins políticos.
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