Política
O vice-prefeito de São Paulo, Ricardo Mello Araújo (PL), defendeu os policiais do 9º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), de São José do Rio Preto (SP), acusados de apologia ao nazismo. O caso ganhou repercussão após os agentes colocarem fogo em uma cruz e reproduzirem gestos vinculados aos rituais da “Ku Klux Klan”.
“Quem critica é porque não entende nada de polícia e nunca vai entender. São especialistas em denegrir, parabéns aos policiais militares que passaram pelo treinamento difícil que prepara vocês para as piores missões”, disse o vice-prefeito em entrevista ao G1.
“Na polícia eu já fiz vários cursos de operações especiais. Cursos para tropas de elite. São cursos que muitos começam e poucos terminam. [...] como são muito difíceis de fazer e terminar, existe esse simbolismo de que cada um vai carregar a sua cruz individualmente”, pontuou.
Ricardo Mello Araújo minimizou o gesto do braço erguido. De acordo com o vice-prefeito, o ato representa um juramento da Polícia Militar que acontece há quase 190 anos.
“Nessas formaturas de forças especiais você faz um juramento. A Polícia Militar é a única no mundo que você diz no juramento que daria a própria vida pela sociedade, se preciso for. São coisas que existem em instituições militares não só em SP, mas no Brasil e no mundo inteiro. Não há nenhuma ligação com coisa errada e ruim, como alguns querem fazer passar”, argumentou.
Viralizado nesta semana, o vídeo em que os policiais militares queimaram uma cruz em local aberto gerou repercussão negativa na internet. Internautas classificaram o momento "desrespeitoso" e "fora dos padrões".
A PM do Tarcísio e do Derrite já está queimando cruz como a Ku Klux Klan e fazendo gesto nazista. pic.twitter.com/gP8jcYxhzV
— Ricardo Pereira (@ricardope) April 16, 2025
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